quarta-feira, 2 de julho de 2008

Comunidades virtuais de aprendizagem e formação

Comunidades virtuais de aprendizagem e formação são redes electrónicas de comunicação interactiva auto-definida, organizadas em torno de um interesse ou finalidade compartilhada e é construída sobre ligações de interesses, de conhecimentos, sobre projectos mútuos, em um processo de cooperação ou de troca, independentes das proximidades geográficas e das filiações institucionais. A moral implícita de uma comunidade virtual é a da reciprocidade.

As comunidades virtuais de aprendizagem têm o seu funcionamento ligado às redes de conexões proporcionadas pelas tecnologias de informação e comunicação e também pela possibilidade de pessoas com objectivos comuns, se encontrarem e estabelecerem relações. Através da acção, a distância é possível o desenvolvimento de novas socialidades e subjectividades, tornando-se um espaço que materializa a comunicação, e a educação.


As Comunidades Virtuais de Aprendizagem promovem um novo modo do ser, de saber e de apreender, onde cada novo sistema de comunicação da informação cria novos desafios, que implicam novas competências e novas formas de construir conhecimento.

Plataformas de e-learning

O e-learning é uma modalidade de formação/ensino que se desenvolve à distância, com recurso a uma rede de computadores, onde entre outras coisas são disponibilizados conteúdos, actividades e discussões. O sucesso deste tipo de formação depende em grande parte de toda a envolvência e colaboração entre formandos e alunos.


Como a inovação tecnológica não conduz só por si à inovação pedagógica, a criação de modelos de formação inovadores, não deve consistir apenas em fazer com eles o que já faziam sem eles. Neste sentido, a inovação assenta numa relação tecnologia/pedagogia, de forma a criar novos ambientes de formação à distância que respondam melhor às necessidades das sociedades da informação.



Com o desenvolvimento das plataformas e-learning é proporcionado aos utilizadores o uso integrado do ambiente de aprendizagem on-line e dos sistemas de informação.
Para implementar o e-learning é necessária uma plataforma que disponibilize ferramentas de gestão de cursos, disciplinas e alunos, bem como ferramentas de produção de conteúdos e actividades pedagógicas.








http://www.bocc.ubi.pt/pag/barbosa-ramos-recuperacao-gestao-fontes-informacao-plataformas-elearning.pdf

http://cisti2007.ufp.pt/113.pdf

http://blog.joseoliveira.net/?cat=6

Ambientes virtuais de aprendizagem



Os ambientes virtuais de aprendizagem são um dos principais elementos definidores das novas tecnologias de informação e comunicação educacionais. Estes ambientes oferecem condições para a interactividade essencial, para uma comunicação extra classe entre professor e alunos e também entre alunos.


O uso de ambientes virtuais de aprendizagem vem crescendo nos mais diversificados contextos educativos, como forma de ampliação dos espaços pedagógicos, facilitando o acesso à informação e à comunicação em tempos diferenciados.


Os ambientes virtuais de aprendizagem podem se tornar instrumentos de pesquisa em educação, fornecendo ao professor possibilidades de colheita de dados mais reais e significativos na sua prática pedagógica quotidiana. Tendo a possibilidade de recolha de dados em situações concretas de aprendizagem, os professores podem interferir e mudar a sua prática pedagógica, o que traz contribuições imediatas para a comunidade educacional.





http://pt.wikipedia.org/wiki/Ambiente_virtual_de_aprendizagem

http://www.authorstream.com/Presentation/fcosta-60181-Ambientes-Comunidades-Virtuais-de-Aprendizagem-Learning-no-reconhecimento-aquisi-o-compet-ncias-antes-novasoportunida-Product-Training-Manuals-ppt-powerpoint/

http://74.125.39.104/search?q=cache:392POw-smXUJ:cursoprof.pbwiki.com/f/Ambientes%2Bvirtuais%2Bde%2Baprendizagem.doc+ambientes+virtuais+de+aprendizagem&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=34&gl=pt

O que é o podcasting?



terça-feira, 1 de julho de 2008

As comunidades virtuais

Com o aparecimento de ambientes em rede a interacção e o relacionamento humano sofrem alterações construindo assim novas sociedades como a construção de comunidades que se “encontram e trabalham virtualmente através da rede mundial de computadores” (MATTA, 2003, p.398). O conceito de comunidade está baseado na orientação da acção social, envolvendo inter-relações emocionais e afectivas. As comunidades virtuais são assim um conjunto de indivíduos/sujeitos que concretizam relações sócias no ciberespaço por tempo suficiente para construir “ligações” com vincos sócio-culturais de colaboração e afectividade.
Os ambientes virtuais podem ainda nos levar para dimensões semelhantes à realidade onde podemos interagir com outras pessoas ou coisas como se fossem reais, exemplo disso é o Second Live.


As tecnologias na sala de aula

As tecnologias de comunicação e informação são cada vez mais utilizadas pela sociedade o que faz com que no modo de ensinar e aprender ocorram muitas mudanças.
Hoje em dia, toda a informação é guardada em filmes, programas de televisão e rádio, em computadores e na internet.
As TIC passam a ter um destaque na educação sendo utilizadas de modo diferente do costume, passam a dirigir-se para um grupo específico e os seus fins são os de melhorar a qualidade de ensino e interacção entre professor – aluno – matéria. A simples apresentação de um filme ou programa de televisão desloca professores e alunos para uma forma mais receptiva de educação.
O uso do computador e da internet em actividades de ensino define uma nova visão de aprendizagem. Os objectivos fundamentais da educação nessa perspectiva estão na transmissão de informações e na aquisição de destrezas, mas nem sempre essas competências são alcançadas. Os alunos, isolados, em interacção exclusiva com o computador e o conteúdo, dispersam seus pensamentos.
A revolução no ensino não se dá apenas pelo uso do computador e da internet na sala de aula ou em actividades à distância. É preciso que se organizem novas experiências educacionais em que as tecnologias possam ser usadas em processos cooperativos de aprendizagem, em que se valoriza o diálogo e a participação permanente de todos os envolvidos no processo.

Bullying